Regionalização sanitária reduz efeito comercial de foco de Newcastle em Santa Catarina
Negociações conduzidas pelo Mapa e pelo Itamaraty limitaram embargos à área afetada e evitaram perdas potenciais estimadas em US$ 954 milhões por ano.
· Fonte: Canal Rural

O reconhecimento internacional da regionalização sanitária contribuiu para reduzir os efeitos comerciais do foco da doença de Newcastle confirmado em Santa Catarina, em outubro de 2026. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a articulação com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) permitiu que parte dos parceiros comerciais restringisse as compras apenas ao estado ou à área sob controle sanitário, sem suspender as importações de todo o Brasil.
A estratégia ganhou força após o registro da doença no Rio Grande do Sul, em julho de 2024. Desde então, o Brasil intensificou as negociações para que as restrições às importações de produtos avícolas seguissem os princípios de regionalização previstos no Código Sanitário para os Animais Terrestres da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).
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