O agro brasileiro precisa olhar para o Congresso norte-americano
Tarifas, acesso a mercados e regras comerciais não começam na Casa Branca; é preciso entender onde essas decisões são construídas
· Fonte: Canal Rural

Quando o assunto é a relação comercial entre Brasil e Estados Unidos, é natural que os olhos se voltem primeiro para a Casa Branca. Afinal, decisões presidenciais, anúncios de tarifas e negociações entre governos produzem efeitos imediatos e ganham manchetes.
Mas uma passagem recente por Washington reforçou uma percepção que deveria receber mais atenção do agronegócio brasileiro: parte importante das decisões que podem afetar nossas exportações começa muito antes de chegar ao Executivo. Começa no Congresso, nos comitês, nas audiências, nas associações setoriais e na capacidade permanente de diferentes grupos econômicos de apresentar informações, defender interesses e participar ativamente do processo de construção das políticas públicas.
Em 3 de novembro, os Estados Unidos realizam suas eleições legislativas.
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