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Em Alagoas, casca de coco seco vira matéria-prima para substratos agrícolas

Em Coruripe, a Ecoeponto transforma o resíduo do fruto maduro em pó de coco lavado, fibra e produtos para cultivo e jardinagem. A meta da empresa é alcançar 2.000 sacos de pó lavado por dia

· Fonte: Globo Rural

Em Alagoas, casca de coco seco vira matéria-prima para substratos agrícolas

A casca que sobra do beneficiamento do coco seco ganha outro destino no litoral sul de Alagoas. Na Ecoeponto Agroindustrial, em Miaí de Cima, no município de Coruripe, o material é processado para obtenção de fibra e pó de coco. Depois de lavado e peneirado, o pó é comercializado como componente para substratos usados na produção de mudas e no cultivo de plantas.

O foco da operação é a casca do coco seco, ou seja, do fruto maduro, e não a casca do coco verde consumido pela água. Segundo a empresa, a matéria-prima vem de sítios, fazendas e de uma rede de catadores da região. O aproveitamento abre uma possibilidade de renda para a cadeia local e dá uso a um resíduo que, sem destinação adequada, pode se acumular ou ser descartado irregularmente.

Além do pó de coco, a empresa produz fibras e peças como mantas, vasos e estacas para jardinagem.

Esta é uma prévia. A matéria completa está em Globo Rural.

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