Principais tendências do confinamento bovino para 2019

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Quase chegando o mês de maio, a pecuária brasileira ainda tem muito que realizar. Como em todos os mercados, as tendências do confinamento bovino para 2019 apontam que caminhos o pecuarista deve seguir para conseguir os melhores resultados. Nos últimos anos no Brasil, o número de bovinos confinados na terminação tem ficado acima de 4 milhões e meio de animais. A exceção é o ano de 2016 por causa do alto custo, mas para 2019 a expectativa é que o número de cabeças fechadas ultrapasse 5 milhões de animais.

Isso acontece por causa da necessidade cada vez maior de conquistar mais arrobas. Se quiser obter a melhor margem no ciclo final da pecuária, o criador precisa prestar mais atenção nos custos registrados dentro da porteira e no mercado fora dela. A boa notícia é que para este ano a expectativa é positiva.

Diversificar a terminação com pasto e cocho também está entre as principais tendências do confinamento bovino para 2019. Como o preço do milho está alto, a esperança dos pecuaristas é a chegada da safrinha para realizar melhores compras. O pecuarista Manoel Lemos de São José do Rio Preto, em São Paulo, disse em entrevista à Revista do Campo da RIT TV, que se por um lado a safra de soja foi grande, a de milho deixou a desejar, mas se mostra otimista. “Acreditamos que se o clima ajudar e o câmbio também, esse milho deve baixar um pouco para viabilizar junto com a arroba em alta e ainda viabilizar o confinamento”, disse ele.

Se gastar menos com manejo e organizar as compras, o retorno pode estar quase garantido para o setor pecuário com a arroba permanecendo em alta durante o ano de 2019. Outra tendência para o confinamento bovino, é o favorecimento do setor com a recuperação da economia interna e a abertura de novos mercados.

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