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Goiás é o Estado com maior número de inseminação artificial em gado de corte

Quer aumentar a taxa de prenhez na inseminação?
Quer aumentar a taxa de prenhez na inseminação?

O encontro anual do Gru­po Especializado em Repro­dução Aplicada ao Rebanho (Gerar) apontou que Goiás é o estado que mais coletou da­dos sobre Inseminação Arti­ficial em Tempo Fixo (IATF) ao registrar mais de 370 mil informações sobre vacas in­seminadas e embriões trans­feridos na estação de mon­ta passada. Esse número representa um crescimento de 31,4% em relação ao ano passado. Os dados são anali­sados com base em diversos critérios, como mês de parto, raça da matriz, categoria ou ordem de parição, protoco­los, Escore de Condição Cor­poral (ECC), entre outros.

Iniciado em 2006 pela Zoe­tis, líder mundial em saúde animal, o GERAR é um pro­grama pioneiro, com foco em reprodução de bovinos, envol­vendo médicos veterinários, fazendas de gado de corte e setor acadêmico. A partir das biotecnologias da reprodução de bovinos IATF e Transferên­cia de Embriões em Tempo Fixo (TETF), os técnicos cole­tam dados nas fazendas e en­viam para a Zoetis, que analisa as informações e as transfor­mam em relatórios, em coo­peração com a Universida­de Estadual Paulista (Unesp/ Botucatu). Os resultados são apresentados e discutidos em reuniões ao longo do ano.

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O Gerar-MT ficou em se­gundo lugar, com 334 mil da­dos de IATF, um acréscimo anual de 21,7%. Enquanto o Gerar-MS ocupou a terceira posição, com 248 mil infor­mações de IATF, um aumen­to de 36,5%. Ao todo, foram 5,3 milhões de dados coleta­dos de IATF desde o início da operação do Grupo.

Já a taxa média de prenhez à IATF geral das fazendas assis­tidas pelos técnicos do Gerar Corte aumentou dois pontos percentuais na última estação de monta, saltando de 51%, em 2016/17, para 53%. No uni­verso de mais de 1,3 milhão de dados de IATF analisados, esse crescimento significou quase 30 mil bezerros a mais em re­lação ao resultado obtido na temporada anterior.

Ocilon Gomes de Sá Filho, gerente de Produto da Linha Reprodutiva, explica que essa melhoria na eficiência repro­dutiva é resultado do contí­nuo aprimoramento opera­cional dos técnicos Gerar e do aumento no uso de tecnolo­gias auxiliares, como vacinas reprodutivas e suplementa­ção com MGA pós-IATF. Essas tecnologias têm apresentado significativo retorno financei­ro às fazendas devido ao au­mento nas taxas de prenhez aos protocolos e/ou redução de perdas de gestação.

Fonte: dm.com.br

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