Gado vivo: mais de 40 países se posicionam contra exportação

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Na sexta-feira (14) foi comemorado o Dia Internacional contra a Exportação de Gado Vivo, um movimento internacional liderado pela organização não governamental (ONG) Compassion in World Farming. Cerca de 40 países participaram das manifestações.

Esse já é o terceiro ano consecutivo que a ONG defende a conscientização da população mundial sobre o que consideram sofrimento dos animais enviados vivos para abate em mercados internacionais.

O movimento teve início em 2017, mas o Brasil só passou a fazer parte no ano passado. 12 cidades brasileiras estão participando do movimento, que por aqui começou dia 13 e vai até domingo (16) com a coordenação do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.

Segundo a entidade, a preocupação é o bem-estar dos animais transportados vivos, mas existe também, segundo ela, a questão econômica. Na avaliação da ONG nacional, a questão é econômica. No ano passado foram mais de 700 mil animais exportados vivos, de acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

A operação rendeu US$ 470 milhões para o Brasil, representa apenas 7% da receita proveniente da exportação de carne e derivados, que ultrapassa US$ 6 bilhões anuais.

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